quarta-feira, 13 de maio de 2009

Aracanoa Motofest - ADIADO

Justificativa do Adiamento

Devido as fortes chuvas que resultara em inundações no estado do Ceará e nas cidades interligadas ao município de Aracati, nosso principal patrocinador (Ministério do Turismo), suspendeu nossos recursos, para que toda verba Federal seja priorizada aos desabrigados das enchentes.

Nós da organização, juntamente com a Prefeitura de Aracati decidimos pelo cancelamento do evento, 2° Aracanoa Moto Fest, que estava marcado para os dias 11, 12, 13 e 14 de junho de 2009.

Desde já contamos com a compreensão e solidariedade de todos os irmãos motocliclistas. 

Agradecemos e em breve anunciaremos uma nova data, se Deus quiser. 

Canoa Quebrada Moto Clube

Kaio Coelho
Assessor Geral

Material copiado do site: http://www.revistamotoclubes.com.br/

Sem mais para o momento.

Fiquem com Deus!

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

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Trilhados M. C. – Mossoró/RN

www.trilhados.com

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Motociclismo à primeira vista


Após algum tempo, ou alguns milhares de quilômetros rodados, você perceberá que o seu patch é uma legião de olhos vigilantes sobre o seu clube, a sua pilotagem, a sua conduta, a sua cidade e a sua própria vida. Depois disso, tenha certeza, não importa aonde você for com a sua moto, vez por outra terás a sensação de estar sendo constantemente vigiado por ela, que, pouco a pouco, terá a sua cara, fará parte de sua sombra e será a sua mais fiel companheira. E essa não se importará com as cilindradas; muito menos com a própria marca ou ano de fabricação; ela simplesmente será sua e você dela a cada acelerada; bastará apenas um passeio pela caatinga das cidades e o amor entre vocês brotará sem contratos que firmem a união ou anéis que os liguem um ao outro. Em suma, vocês atravessarão o tempo. E mesmo depois que ela se for, você e os seus amigos ainda falarão dela (ou delas) por muitos anos.

Mas enquanto ela permanecer, quando você a quiser, ela ali estará à sua espera e, a cada quilometro percorrido, a sua máquina fará com que se perguntem os outros que te vêem pelo asfalto afora, quem tu és e de onde tu vens, tanto por estares com ela quanto por envergares o colete do teu clube de moto. Com o passar do tempo, isso é certo, você e a sua moto, serão um só corpo; você e o seu colete, uma só pele. E a partir daqui, você, a sua companheira e o seu colete, subirão ao altar da liberdade a cada evento. Estarão casados com as estradas. Porque uma moto que vive da garagem para o lava-jato e vice-versa, enlouquece do motor. E é uma coisa triste de se ouvir falar de perto.

Mas, atenta-te, Cangaceiro, para o fato de que vez por outra tu serás vigiado por aquela mera curiosidade que se debruça nas janelas das casas, quando passardes por aquelas pequenas cidades, a caminho dos eventos motociclísticos. Outras vezes, terás a vigilância daqueles olhares esbugalhados que saltam dos carros na hora do rush; alguns, maravilhados pela sensação de liberdade que um motociclista, no caso, você, lhes transmite, outros, injetados de ódio por evocares neles a lembrança que seus espíritos estão presos há tempos pela rotina estafante e engarrafamentos diários. Portanto, tende cuidado, Cangaceiro, com esses últimos olhares, porque lhe ferirão de morte se vacilardes à frente deles.

Por todos os lados, saibas que vigiado, não te esqueças nunca, também o serás pelos transeuntes, seja por aqueles que apenas saíram para passear ou que estarão a caminho do trabalho. E isso é mais do que certo. Não terás como fugir; e é até uma coisa boa que a tua presença se faça presente para todos através do teu colete que apontará para uma tradição que se estende no tempo, uma tradição que já estava presente quando te unistes ao bando d’Os Últimos Cangaceiros MC e haverá de perdurar caso o deixes.

Por isso, estejas sempre atento, porque haverás de ser escutado e vigiado o tempo todo entre amigos e também por aqueles que no aconchego de seus lares despertam com o berro (ou voz) de seu escape e, enfurecidos pelo barulho ou extasiados pela nostalgia que lhes possa lembrar tais cilindradas, irão à janela ou à varanda de seus apartamentos, como que relembrar o quanto já foram e ainda podem ser livres sem que se sentem ao fim da tarde com a boca escancarada e ainda cheia de dentes, como já dizia o grande Raul. Mas a maior vigilância será a que tu dirigirás a ti mesmo, devido à responsabilidade, caso estejas consciente disso, que carregarás nas costas, quando envergares o colete de teu clube a cada vez que saíres de moto, mesmo que seja para ires até à esquina comprar o pão para o café da manhã de todos os dias.

E de manhã à noite, não te esqueças: terás como vigia também a tua própria moto, fiel companheira, como eu mesmo disse no início desse texto e, agora, tanto me explico quanto me corrijo, porque, com o tempo, a tua moto receberá um nome, terá uma história contigo e acabará virando uma pessoa querida da família. Porque uma família não se faz apenas com um laço de sangue; ela se faz também com a estrada, os eventos, as histórias que se formam nas idas e vindas e, não podemos esquecer, é lógico, com muita gasolina. E isso tu saberás que não é nenhum exagero quando te acordares de madrugada a fim de cobrir esse familiar de duas rodas após o mesmo haver dissipado todo o seu calor das estradas. É claro, chamar-te-ão de fanático, às vezes, de louco, mas saberás que és apenas um motociclista.

E isso tudo te fará pensar numa espécie de onipresença do espírito motociclístico que emana de nossos coletes e nos remetem às nossas respectivas facções, presidentes, diretores e irmãos de outros motoclubes que já passaram algum dia pelas estradas que agora passamos sozinhos ou garupados. Far-te-á pensar que correu e corre uma tradição desse espírito que se encarna a cada dia nos mais variados personagens, motocicletas e eventos, com as suas respectivas estradas e descaminhos. E o nome disso tudo não é outro senão motociclismo. 


Alexandrino, um d’Os Últimos Cangaceiros MC (Facção Recife)

www.osultimoscangaceiros.com.br

 

Material copiado do site: http://www.revistamotoclubes.com.br/

Sem mais para o momento.

Fiquem com Deus!

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

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Trilhados M. C. – Mossoró/RN

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Paulo Afonso: O Sábado




Fotos do sábado: passeio pela cidade de Paulo Afonso, CHESF e fotos do evento.

Material gentilmente cedido pelos amigos: Arnilton, Fidel, Éder, Bode Jr, Luzimarq e Tiago TCM.

Seleção com 150 fotos.

domingo, 10 de maio de 2009

Paulo Afonso: A sexta-feira




Fotos do passeio pela usina hidrelétrica de Angiquinho e passeio de catamarã pelo canion do São Francisco.

Material gentilmente cedido pelos amigos: Arnilton, Fidel, Éder, Bode Jr, Luzimarq e Tiago TCM.

Seleção com 120 fotos.

[Acari - RN] Saída do Bonde do Kaial

Segundo o que ficou acertado na última reunião social:

Local de saída: Posto FAN - Saída para Natal, antes da PRF.

Data: 16 de maio de 2009 - Sábado.

Horário: Concentração a partir das 5h30 e partida às 5h45.

Roteiro:
              
Mossoró (A) -> Paraú (B) = 91 km
               Paraú (B)  -> Triunfo Potiguar (C) = 17 km
               Triunfo Potiguar (C) -> Jucurutu (D) = 35 km (café)

               Jucurutu (D)  -> Florânia (E) = 27 km
               Florânia (E)  -> São Vicente (F) = 20 km
               São Vicente (F) -> Currais Novos (G) = 20 km
               Currais Novos (G)  -> Acari (H) = 30 km

Distância Total: 240 km

Paradas previstas:  Jucurutu

Velocidade de cruzeiro: 100 - 110 km/h

Mapa do Roteiro:

Para mais informações, falar com Marcellus Kaial (Diretor Social).

Jerfferson Ferrugem
Pherrugem@gmail.com

 

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Paulo Afonso: A viagem




Fotos da IDA e da VOLTA - quinta e domingo. Imagens gentilmente cedidas pelos amigos Arnilton, Bode Jr, Fidel, Éder, Luzimarque e Tiago TCM.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Paulo Afonso 2009 – Diário de Bordo By Éder Esspiao

Sobre a viagem de ida.

 

  • Saímos de Mossoró exatamente às 5:28 da manhã da quinta-feira, dia 30 de abril de 2009, do Posto Imperial, localizado no Alto de São Manoel. Dessa forma, tivemos um excedente de 13 minutos se levada em consideração a tolerância padrão de espera por atrasados. O desejo de cada um de nós era o de chegarmos em Paulo Afonso/BA antes de anoitecer.

 

  • Paradas:

 

Foram sete as paradas do comboio principal até chegarmos a Paulo Afonso, sendo elas:

 

1 - Entroncamento da entrada para Jucurutu/RN

Hora: 6:16

Km: 61,80

Motivo: Espera de Tiago TCM, amigo do Aspira Arnilton, que chegou bem atrasado ao ponto de partida.

 

2 – Jucurutó/RN

Hora: 7:17

Km: 135,20

Motivos: Abastecimento (Pérola Negra bebeu R$ 20,00 em gasolina, o que deu para 7,5 litros) e café da manhã (comemos e bebemos a vontade com o valor de R$ 6,00).

 

3 – Patos/PB

Hora: 9:45

Km: 285,00

Motivo: Abastecimento (Pérola Bebeu 8,44 litros de gasolina, ao custo de 22,19)

 

4 – Serra de Texeira/PE

Hora: 10:50

Km: 313,6

Motivos: Fotos e breve hidratação.

 

5 – Sertânia/PE

Hora: 13:05

Km: 431,4

Motivos: Almoço e abastecimento (Pérola recebeu R$ 23,15 de gasolina, o que deu para 8,3 litros)

 

6 – Inajá/PE

Hora: 15:44

Km: 568,7

Motivos: Abastecimento (Pérola Negra bebeu 6,22 litros. O custo foi de 17,00)

 

7 – Jatobá/PE

Hora: 17:35

Km: 652,7

Motivos: Lanche, hidratação e limpeza da viseira dos capacetes. Alguns dos integrantes do comboio aproveitaram para abastecer.

 

Após 697,3 km chegamos ao evento em Paulo Afonso. A chegada se deu às 18:50. Fomos recebidos pelo forte ronco dos motores que vinham das mais variadas partes do Brasil. Na chegada estávamos com duas “baixas”: Luzimarque e Polary. Não tínhamos notícias dos dois desde a hora da separação.

 

  • A viagem de ida em poucas palavras:

 

A viagem ida foi tristemente marcada pelo desencontro. O comboio principal deixou dois para trás em Caicó, sendo eles Luzimarque (Membro Honorário) e Polary (Aspira). Os que estavam na frente ganharam vantagem no trânsito daquela cidade, em meio aos semáforos e cruzamentos. Luzimarque e Polary se basearam em informações confusas e acabaram pegando um caminho diferente após se separarem do grupo, pois não conheciam a rota e estavam sem mapa. No meio da confusão, a moto do Aspira apresentou problemas na transmissão e a corrente da mesma teve que ser substituída. Eles pararam em uma lan house para terem acesso ao mapa do trajeto, que se encontrava no site dos Trilhados. Os dois chegaram a Paulo Afonso duas horas depois do comboio principal – algo que jamais poderia ter acontecido.

 

A tocada foi bastante forte, e girava em torno dos 130 km/h. O ritmo foi erradamente ditado por Ciro Sabino e sua 1.000cc, o que dificultou a vida das motos pequenas que fizeram parte da viagem.

 

O mapa não foi seguido à risca. Os que estavam na frente saíram um pouco do caminho programado em alguns momentos, o que me deixou ainda mais confuso e atrapalhado. Poucos sabiam a rota, uma minoria havia visto o mapa no site e apenas um tinha o mesmo impresso: Eu. O negócio mesmo era fazer de tudo para não ficar para trás.

 

O susto foi imenso ao nos depararmos com o trecho de malha viária após Inajá. A pista estava completamente destruída! Em alguns pontos era melhor rodar pelo acostamento do que sobre a pista (ou sobre o que restava dela). O trecho em péssimas condições era de apenas 10 km de extensão, mas nos cansou bastante.

 

A chuva, que era esperada, só veio quando anoiteceu e já estávamos bem perto do nosso destino. Foi uma chuvinha fina e tranqüila que não nos causou problemas.

 

Impressionou-me a quantidade de animais na pista e às margens dela. Jumentos, cavalos, vacas, bodes, cachorros e raposas faziam parte da paisagem.

 

 

 

Sobre a viagem de volta:

 

·        Deixamos Paulo Afonso por volta das 6:10 da manhã do domingo, dia 03 de maio de 2009. O comboio principal partiu da frente da Pousada Lua Cheia, onde eu estava hospedado junto a outros três (Ciro, Erivando e Eduardo). O combinado era de encontrar Luzimarque, que estava hospedado em uma cidade vizinha, na frente de um Posto de Fiscalização. A viagem de volta começou com um grave erro: Ciro, que saiu na frente, não parou no Posto, cruzou com Luzimarque na estrada sem vê-lo e dessa forma rodou cerca de 20 quilômetros por um caminho errado, por uma estrada na qual nem deveríamos passar. Eu cheguei a botar 130 km/h em Pérola para alcançar Ciro, mas não obtive sucesso. Mesmo eu estando de punho colado a cada centena de metros rodada ele se distanciava mais. Quando o erro foi corrigido e Luzimarque se juntou ao grupo eu tomei uma decisão, a de assumir a posição de ferrolho do comboio. Pensei: “Desse jeito vai ficar gente para trás e mais gente vai se perder. Se isso ocorrer, eu quero estar junto, para não me sentir culpado.” Afirmo que, acho que por causa da escolha que fiz, a viagem de volta foi uma das mais prazerosas de minha vida! O tempo todo eu estava atrás da “última vértebra da serpente de motos”. Em todos os momentos que alguém parou, o Esspiao parou atrás e lá ficou até que os dois seguissem viagem. Foram 5 as paradas realizadas na viagem de retorno.

 

  • Paradas

 

1 – Caraibera/PE

Hora: Entre 7 e 8 da manhã

Km: 126,3

Motivos: Abastecimento (Pérola bebeu 8,1 litros, ao preço de R$ 22,00)

 

2 – Sertânia/PE

Hora: 10:35

Km: 304,4

Motivos: Abastecimento e lanche/almoço (Pérola bebeu 10,5 litros, o que me custou R$ 29,05)

 

3 – Texeira/PB

Hora: 13:05

Km: 417,7

Motivos: Abastecimento (5,64 litros por R$ 15,00)

 

4 – Patos/PB

Hora: 13:39

Km: 447,6

Motivos: Lanche

 

5 – Jucurutú/RN

Hora: 16:10

Km: 593,10

Motivos: Abastecimento (7,50 litros por R$ 20,00)

 

Eu cheguei em Mossoró sozinho exatamente as 18:00 horas com o hodômetro marcando 725,30 km. Alguns dos participantes estavam me esperando pouco depois da entrada da cidade. Fizemos algumas fotos e rumamos para os nosso lares.

 

  • A viagem de volta em poucas palavras:

 

A tocada também foi forte e o número de paradas menor do que as feitas na ida. As paradas foram mais objetivas e breves. Isso fez com que o tempo e viagem diminuísse bastante.

 

Um cachorro de raça pé-duro quase me derruba. Ele estava andando pelo acostamento ao lado de uma pessoa (seu provável dono) e decidiu avançar para a moto de Fidel. Papai Smurf nem viu o canino, mas eu, que estava bem atrás, quase atinjo o puguento em cheio.

 

Fidel comentou ter tomado um grande susto com uma vaca que saiu do meio do mato na entrada de uma curva.

 

O Aspira Polary deu um trabalhinho ao Grupo... Coisas que exigiram alguns puxões de orelha por parte dos veteranos da turma.

 

Para não dizer que não teve nada de chuva na volta, pegamos apenas finas neblinas em determinados pontos.

 

As condições da viseira do meu capacete começaram a me incomodar quando a noite caiu, já bem perto de Mossoró. Insetos, poeira e outras coisas sem identificação precisa atrapalhavam bastante a minha visão e tornavam difícil a pilotagem ao cruzar outros veículos. Eu deveria ter parado para fazer a higiene da viseira, mas a preguiça e a vontade de chegar em casa impediram-me de realizar tal tarefa.

 

É gratificante ver as luzes da cidade após uma viagem como essa que fizemos. Ao ver de longe Mossoró toda iluminada fiz uma oração bem gostosa falando em voz alta. Agradeci por tudo ter dado certo, por tudo ter sido tal como foi.

 

 

 

Considerações finais:

 

Primeiramente parabenizo os três Aspirantes a Trilhados que fizeram parte dessa aventura, sendo eles: Arnilton, Fidel e Polary. Pelo que pude ver, fomos o Moto Clube do RN com maior participação no evento. Ao mesmo tempo, lamento por todos aqueles que queria ter ido, mas que por variados motivos não puderam fazer essa viagem.

 

O evento é bom e é grande, também é muito bem estruturado, mas percebemos alguns pecados graves cometidos pela organização. Pretendo sim voltar àquele lugar... Mas não durante o Moto Energia. Eu tive certeza de que aquele foi o maior evento no qual eu estive presente, e que ele deve ser o maior do Nordeste, e um dos maiores do Brasil.

 

Em Paulo Afonso e nas cidades vizinhas tem muito o que se ver. O lugar é show! O conselho que dou aos que pretendem ir pra lá é: Preparem suas câmeras, cartões de memórias, pilhas, etc. Tem muito o que ser registrado.

 

Soluções para os problemas ocorridos na viagem:

 

·        Separar as motos participantes em dois grupos: Os que querem e podem andar forte e os que não podem ou não querem acompanhar essa turma;

·        Exigir que todos os participantes estejam com o mapa impresso em mãos na hora da viagem e que o mesmo seja seguido com exatidão;

·        Definir com antecedência os locais de abastecimento. Neles, todos deveriam abastecer. Os que preferissem abastecer em outros postos seriam deixados para trás.

 

Éder Negreiros Barbosa

Trilhados M. C. – Mossoró/RN

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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Planilha Financeira do Moto Clube

A movimentação financeira do Trilhados Moto Clube agora se encontra disponível na íntegra através do link abaixo:




A cada nova atualização na planilha, daremos um "up" no tópico com a data da última atualização.

Pedimos que os comentários adicionados neste tópico se refiram unicamente aos assuntos financeiros do Moto Clube.