quinta-feira, 2 de abril de 2009

Os números não mentem - Fazer x Twister

Os números não mentem
DUAS RODAS levou para a pista a Honda CBX Twister e a Yamaha Fazer, um tira-teima de performance das 250 mais vendidas do Brasil

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Texto: Francis Vieira - Fotos: Mario Vilaescusa

Quase três anos após o lançamento da Yamaha Fazer 250, que veio para encarar de igual para igual a Honda CBX 250 Twister, ainda recebemos na redação uma enxurrada de cartas de leitores com a dúvida: qual a melhor? Claro, não adianta perguntar aos proprietários ou entrar nas inúmeras comunidades da Internet, pois cada um “puxa a sardinha” para o seu lado. Os fãs da Fazer falam do avanço tecnológico sustentados pela injeção eletrônica, enquanto a turma da Twister enfatiza o desempenho. Para ajudar quem está na dúvida entre os modelos, DUAS RODAS levou as motos para a ECPA, em Piracicaba, e realizou o polêmico tira-teima final. Para isso, usamos equipamentos de medição e tivemos o auxílio do GPS, que precisa o que essas motos oferecem em termos de desempenho.

Os testes foram repetidos até que os números médios de aceleração, retomada, frenagem e velocidade máxima fossem os mais fiéis possíveis. Os números que por alguma razão fugiam da média foram desconsiderados. Além do GPS, que nos proporcionou precisão nos resultados, utilizamos métodos convencionais como cronômetro e a boa fita métrica, sem falar em muitos, muitos cálculos.

As diferenças começam na hora de ligar as motos. Na Yamaha Fazer, um toque no botão de partida é suficiente e lá está ela prontinha para sair. Com a Honda Twister, primeiro é preciso checar a posição da torneira do combustível (ausente na Fazer), acionar o afogador, ligar o motor e esperar um pouco para esquentar até que se possa rodar. Ponto para a injeção eletrônica, sem questionamento.

Ambas possuem motor com arquitetura e cilindrada semelhantes, com o acionamento das válvulas feito por corrente. No entanto, os números declarados pelo fabricante dão vantagem para a Twister, que oferece 24 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 2,48 kgf.m a 6.000 rpm. Já a Fazer desenvolve 21 cv a 7.500 rpm e 2,1 kgf.m a 6.500 rpm. O responsável por essa diferença chama-se comando de válvulas. Na Twister são quatro válvulas e comando duplo, uma configuração que privilegia a potência em altas rotações. Na Fazer são duas válvulas com comando simples, arquitetura que prioriza o torque em baixas rotações. Apesar do valor máximo ser menor que o da Twister, a injeção eletrônica faz seu papel e ajuda a manter um bom torque desde as baixas rotações. Este comportamento diferente dos motores influencia muito nos conjuntos das motos. Tanto que na Fazer o câmbio possui cinco marchas e na Twister foi preciso utilizar um câmbio com seis marchas, para aproveitar melhor o desempenho do motor em altas rotações.

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Qual anda mais?

Chega de teoria. Pista liberada, motores aquecidos, sistema de medição checado... Finalmente, chegou a hora de conferir qual das duas é mais rápida na aceleração de 0 a 100 km/h, se a Twister com sua maior potência ou a Fazer com o torque constante. Fizemos mais de 10 tomadas de aceleração com cada uma delas e em todas ficou evidente que a maior potência fez a Twister ser a moto mais rápida nas acelerações. Levou em média 11,86 segundos para atingir os 100 km/h, quase um segundo a menos que a Fazer, que levou em média 12,85 segundos para chegar a mesma velocidade.

Ainda com o desempenho do motor em foco, a velocidade máxima era outro número a ser conferido. Neste quesito a maior potência da Twister novamente apresentou um resultado melhor que sua concorrente, atingindo os 138 km/h. Nas mesmas condições a Fazer atingiu os 132 km/h. Em descidas a Twister consegue ultrapassar os 150 km/h graças à sexta marcha, que torna a relação final mais longa. O corte de ignição acontece aos 9.700 rpm. Já na Fazer, que mesmo em descidas não passa dos 137 km/h, o motor corta a 10.000 giros.

Para finalizar as medições nas quais o motor é o protagonista, elaboramos duas simulações de retomada, de 40 km/h a 60 km/h e de 60 km/h a 80 km/h, todas utilizando a última marcha. Nesta última prova de desempenho a Fazer deu um banho na concorrente, cumprindo a primeira retomada em 5,12 segundos contra 7,93 da Twister. A segunda tomada também foi favorável à Fazer, com 4,87 segundos para acelerar de 60 km/h a 80 km/h, contra 7,09 segundos com a Twister.

Fica provado que o desempenho da Twister é superior ao da Fazer, mas para aproveitar este bom rendimento é preciso manter o motor sempre em alto giro, trocando as marchas com grande freqüência. O preço disso é o aumento do consumo e a exigência de mais operações por parte do piloto. A Fazer, em compensação, apresenta um funcionamento mais dócil e linear, proporcionando bom rendimento deste as baixas rotações e evitando constantes trocas de marchas. A vantagem deste funcionamento está no conforto, por permitir que o piloto troque menos as marchas e tenha à mão um motor sempre esperto.

 

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Segura!

Provada a superioridade do desempenho da Twister chegou a hora de fazer o teste inverso, ou seja, medir qual a distância que as motos levam até parar. Para este teste preparamos três medições com frenagens a partir de 40 km/h, 60 km/h e 80 km/h. Antes de iniciar as medições, as apostas de que o freio da Honda seria superior ao da Yamaha foram unanimidade entre nossa equipe, isso devido à “pegada” inicial do freio em relação ao da Fazer, que sugere um comportamento mais “borrachudo” no início da frenagem.

Pneus

Rodando aos 40 km/h a Fazer precisou de 7,75 metros para desacelerar totalmente, 1,20 metro antes da Twister (veja todas as medições na pág. ao lado). A 60 km/h a vantagem ainda foi da Fazer, que levou 13,12 metros até parar totalmente, 81 cm a menos que sua concorrente. Por último a frenagem a partir dos 80 km/h, quando a vantagem diminuiu, mas ainda a favor da Yamaha, que conseguiu parar em 22,88 metros, contra 23,51 da Honda.

 

Levamos também os pneus à prova no circuito do ECPA. Iniciando as voltas com o pneu ainda frio e aumentando o ritmo à medida que os pneus esquentavam, notamos que os Pirelli Sport Demon utilizados na Fazer aquecem mais rápido e garantem mais aderência desde o início. Já os Pirelli MT 75 utilizados na Twister necessitam de mais tempo para aquecer e em situações extremas os pneus da Fazer ainda ofereciam melhor aderência. Prova disso foram as constantes escorregadas, que atrapalhavam a execução do traçado e algumas derrapadas durante os testes de frenagem.

 os-números-4.jpg   Os Freios da Fazer mostraram maior eficiência

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Suspensões

As suspensões também tiveram um papel determinante durante os testes de frenagem. A Fazer possui 120 mm de curso nas suspensões dianteira e traseira, configuração esta que ofereceu mais estabilidade durante as frenagens, mantendo a moto sempre equilibrada. Nas frenagens mais bruscas, a Twister tendia a perder a aderência da roda traseira, que levantava com facilidade. Isso se deve ao curso das suspensões maior na frente, com 130 mm, e menor atrás, com apenas 100 mm de curso.

Nas curvas mais radicais, onde as suspensões foram também exigidas, e ao passar por pequenas irregularidades na pista, o conjunto pneus e suspensões da Fazer ofereceu estabilidade superior ao da Twister. Mas isso não quer dizer que a Twister também não ofereça boa estabilidade. Simplesmente a Fazer conseguiu ser um pouco melhor e por este motivo o tempo medido das voltas foi equivalente nas duas, uma contornando as curvas com maior velocidade e frenagens mais atrasadas e outra com saídas de curva mais rápidas e maior velocidade nas retas.

Conclusão

A Twister se mostrou mais esportiva graças ao motor que oferece um excelente desempenho, com vantagem na aceleração e velocidade final. Do outro lado, a Fazer vence por oferecer mais segurança e conforto devido ao ótimo conjunto de freios, pneus, suspensões e auxílio da injeção eletrônica.

Você, que está em dúvida entre uma das duas, já pode escolher com base nessas medições. Porém, um dos fatores decisivos é a utilização que dará ao modelo. Quem tem sangue de piloto e usa a moto em viagens sempre com o “gás aberto” tem na Honda Twister a companheira ideal. Já quem busca conforto e segurança poderá optar pela Fazer. Sabemos que os proprietários dessas motos continuarão a “puxar a brasa” para o seu lado, mas de uma coisa temos certeza: os números não mentem.

O teste reafirma: Twister é mais esportiva; a Fazer tem melhor condução

 

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O motor da Twister é mais pontente graças ás quatro válvulas

Os testes de DUAS RODAS

As duas motos já estiveram em várias edições da revista. Confira as matérias publicadas:

Fazer (Usada da Vez) Edição 388

Fazer (Teste de Longa Duração) Edição 381

Fazer (Comparativo com a Lander) Edição 375

Twister (Usada da Vez) Edição 373

Twister (Comparativo com a Tornado) Edição 327

Twister (Teste de Longa Duração) Edição 312

 

Dinheiro na mão

Você tem uma Twister para vender? Então, estale os dedos e faça seu preço, pois as chances de vender rápido são grandes. Nas lojas de motos usadas que consultamos a Twister tem excelente giro e não pára no estoque. Uma 2005/2006, por exemplo, é cotada para compra por até R$ 7.000. A Fazer 250 recebe uma menor cotação, atingindo R$ 6.500 para o mesmo ano. E não é vendida com a mesma rapidez.

 

Lá fora

Os dois modelos são exportados para a Europa. No Velho Mundo a Twister é chamada de CB 250F e custa 3.519 euros, enquanto a Fazer foi batizada de YBR 250 e tem preço de 3.999.

MÉDIA DE ACELERAÇÃO 0 A 100 KM/H

Fazer Twister

13,53 s 11,75 s

12,92 s 11,65 s

12,53 s 11,47 s

Média de aceleração

Twister 11,86 segundos

Fazer 12,85 segundos

RETOMADA EM ÚLTIMA MARCHA,

40 KM/H A 60 KM/H

Fazer Twister

5,31 s 7,75 s

5,17 s 7,92 s

4,89 s 8,12 s

Média de retomada

Fazer 5,12 segundos

Twister 7,93 segundos

RETOMADA EM ÚLTIMA MARCHA,

60 KM/H A 80 KM/H

Fazer Twister

5,04 s 7,15 s

4,82 s 6,91 s

4,77 s 7,23 s

Média de retomada

Fazer 4,87 segundos

Twister 7,09 segundos

FRENAGEM 40 A 0KM/H

Fazer Twister

6,45 7,65

6,65 7,85

6,40 m 7,60 m

Espaço médio de frenagem, 40 a 0 km/h

Fazer 6,55 m

Twister 7,75 m

FRENAGEM 60 A 0KM/H

Fazer Twister

13,02 13,83

13,27 13,78

12,97 14,08

Espaço médio de frenagem, 60 a 0 km/h

Fazer – 13,12 m

Twister – 13,93 m

FRENAGEM 80 A 0 KM/H

Fazer Twister

22,78 23,41

23,03 23,36

22,73 23,66

Espaço médio de frenagem, 80 a 0 km/h

Fazer – 22,88 m

Twister – 23,51 m

Fonte: http://www.revistaduasrodas.com.br/noticias/detalhes.aspx?id=490

 

Sem mais para o momento. Fiquem com Deus!

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

.Trilhados M. C. – Mossoró/RN
www.trilhados.com

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Fidel – O Mais Novo Aspirante a Trilhado!

Não é de hoje a notícia que denuncia aos quatro ventos que a nossa família está crescendo – E crescendo de forma sustentável, o que é bastante importante. Esse crescimento se dá principalmente através da atitude de pessoas dignas que, amando o motociclismo como nós amamos, querem fazer parte de nosso seleto Grupo. São pessoas que além de somarem quantitativamente também somam qualitativamente, que é o que realmente importa para nós.

 

É com grande prazer e imensa honra que eu, Éder Negreiros (o Esspiao), comunico aos demais membros do Trilhados M. C. e a todos os outros interessados que o amigo Fidel (Papai Smurf) é o mais novo Aspirante a Ingresso do Trilhados M. C., apadrinhado por mim mesmo durante a última Reunião Social.

 

Fidel já esteve em algumas de nossas Reuniões Sociais como convidado, e já fez uma viagem conosco, quando nos acompanhou até Currais Novos, e com a nossa turma prestigiou o evento Cactus Moto Fest. Para minha completa surpresa ele se mostrou interessado em fazer parte do Trilhados M.C. em conversa particular durante a última Reunião Social. Logo em seguida eu fiz o convite!

 

Ainda assim, como o amigo só veio a ser apadrinhado no dia 01 de abril, ele terá que cumprir a maratona padrão para poder fazer parte do nosso Grupo: No mínimo oito eventos para poder ter a aceitação votada pelos Membros Efetivos, sendo divididos em quatro Reuniões Sociais e Quatro Viagens Oficiais.

 

Todos nós, integrantes dessa rígida família, desejamos que o amigo Fidel sinta-se em casa e completamente acolhido sempre que estiver em nosso convívio. Desejamos que ele conquiste o seu espaço dentro do nosso Grupo de amigos motociclistas. Eu, particularmente, desejo que Papai Smurf, como meu afilhado, me dê tanto orgulho quanto Luiz e Alan vêm me dando, ou seja, fazendo-se presente sempre que puder.

 

É isso aí. Bem vindo, Fidel. Boa sorte. É um prazer ter você entre nós!

 

Sem mais para o momento.

 

Fiquem com Deus!

 

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

.

Trilhados M. C. – Mossoró/RN

www.trilhados.com

 

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terça-feira, 31 de março de 2009

Volta do Chapéu - Batismo da Scarlet




Passeio realizado no dia 29 de março de 2009, pela tradicional Volta do Chapéu: Mossoró - Areia Branca - Grossos - Tibau. Na ocasião, foram batizadas as motos Scarlet (NX4 Falcon) e Black Arrow (Titan 150 ESD).

Fotos gentilmente cedidas pelos amigos: Allan Kadeirudo, Éder Esspião, Jerfferson Ferrugem, Marcellus Kaial, Luiz Lima e Raimundo Raí.

segunda-feira, 30 de março de 2009

[Iron Butt] Cobertura em Tempo Real no Site dos Trilhados!

No próximo sábado, dia 04 de abril de 2009, Ciro, Doryan (Lobo Potiguar) e Eduardo estarão deixando Mossoró com o objetivo de completarem o desafio Iron Butt. Eles pretendem rodar mais de 1.600 km em menos de 24 horas, fazendo apenas paradas breves para abastecimento e lanches rápidos.

Durante cada uma dessas rápidas paradas os aventureiros farão ligações telefônicas para Éder Esspiao (o mesmo que aqui vos escreve) dando informações importantes sobre a aventura, as condições da estrada, das motos e dos pilotos, para que as mesmas sejam colocadas, em tempo real, no site dos Trilhados, em tópico que será criado na véspera para esse fim.

As informações serão publicadas logo após cada ligação, inclusive durante toda a madrugada. Éder ficará literalmente de plantão, totalmente on line, com celulares e note book ligados e conectados, esperando cada um dos contatos dos amigos e pronto para publicar as informações o mais detalhadamente possível no site www.trilhados.com .

O trajeto dessa aventura está sendo mantido em sigilo por medida de segurança. O mesmo será divulgado apenas após a chegada dos amigos.

Desejamos, mais uma vez, boa sorte aos amigos. Que Deus os acompanhe durante todo o trajeto!

Sem mais para o momento.

Fiquem com Deus!

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

.

Trilhados M. C. – Mossoró/RN

www.trilhados.com

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sábado, 28 de março de 2009

Arnilton - Novo Aspirante no Pedaço

É com prazer que apresento aos irmãos motociclistas e à toda família Trilhados, o meu primeiro afiliado, Arnilton. Ele já vem há bastante tempo acompanhando a movimentação do Moto Clube por meio do nosso site, e vez por outra participa escrevendo alguns comentários. Hoje, após uma conversa informal via MSN, o mesmo demonstrou interesse em participar dessa notável família.

Lembro que ele chegou a comparecer a uma de nossas reuniões sociais, mas acabou não levando em frente e se afastou um pouco. Na época, ele ainda estava com algumas dúvidas e eu ainda não poderia apadrinhá-lo. Mas agora a conversa é outra.

Arnilton é membro do fórum Falcon Online – www.falcononline.com.br - e possui uma Falcon vermelha, igual à de Jean. Quando eu o conheci, fazendo um curso técnico no CEFET, ele possuía uma Twister vermelha bem novinha, mas quem tem o motociclismo no sangue não se conforma com pouca cilindrada.

O cara será oficialmente apresentado em nossa próxima reunião social, que acontecerá no dia 1º de abril, próxima quarta-feira, mas ele pretende nos acompanhar no passeio deste domingo, dia 29 de março, quando faremos o batizado da Scarlet e da Black Arrow, dando uma volta pelo litoral da Costa Branca.

Desde já, desejo boas vindas ao nosso novo aspira e espero que ele possa cumprir com as 4 reuniões e 4 viagens no menor espaço de tempo possível; mesmo sabendo que isso não será muito fácil, por causado seu trabalho.

Quem quiser, já pode ir adicionando o Arnilton: http://arnilton.multiply.com

Valeu!

Jerfferson Ferrugem
pherrugem@gmail.com

quinta-feira, 26 de março de 2009

[Iron Butt] Entrevista na TCM - 27/03/2009

Dando continuidade à rotina de preparações para o Iron Butt, Ciro Sabino estará participando nesta sexta-feira, dia 27 de março, do programa Manhã TCM, transmitido pelo Canal 10 da TV a Cabo Mossoró. Na ocasião, nosso presidente será entrevistado e dará alguns esclarecimentos a respeito da façanha que pretende realizar no dia 4 de abril próximo, quando percorrerá 1000 milhas – 1609 km – em apenas 24 horas, cumprindo o Iron Butt na modalidade Saddle Sore.

Torcemos para que o amigo possa dar todas as informações pertinentes e não se esquecer de mandar um alô para os colegas de Moto Clube. :-)

Jerfferson Ferrugem
pherrugem@gmail.com

 

Sugestões de Pautas P/ Simples Votação na Assembléia Ordinária

Coloque, sem sensuras, nesse espaço as suas sugestões para serem colocadas no crivo da votação em nossa Assembléia Ordinária do dia 11 de abril de 2009.

 

Todas as informações aqui encontradas são sigilosas e dizem respeito apenas aos Membros Efetivos do Trilhados M. C.

 

Todos os Membros Efetivos em dia com as suas obrigações para com esse Moto Clube terão direito de voz e voto da Assembléia. Eles podem ainda sugerir pautas para votação, fazer comentários, colocações e se porem a disposição de cargos no Moto Clube, como também se candidatarem ao cargo de Presidente.

 

Sem mais para o momento.

 

Fiquem com Deus!

 

Éder Negreiros – Esspiao (esspiao@hotmail.com)

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Trilhados M. C. – Mossoró/RN

www.trilhados.com

 

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quarta-feira, 25 de março de 2009

sábado, 21 de março de 2009

Teste dos Melhores Capacetes

O SHARP (Safety Helmet Assessment and Rating Programme) divulgou uma lista com os capacetes mais seguros do mercado europeu. A entidade realizou provas de movimentos e impactos com os capacetes. 

Os testes feitos em laboratório concluíram que há grande diferença entre a segurança proporcionada entre os capacetes, assim o órgão criou um ranking. 

Tipos de provas 
Linear: o capacete é submetido a uma prova de impacto linear. Este teste serve para medir a capacidade de absorção de impacto do equipamento, ao deixá-lo cair em uma trajetória vertical sobre diferentes objetos em variadas velocidades. Assim, se comprova as possíveis lesões na cabeça do usuário. 

Oblíqua: na prova oblíqua, o capacete é submetido a um impacto com fricção, em uma superfície similar ao asfalto. É o equivalente cair a da moto e raspar a cabeça no asfalto. 

Zonas de impacto: as pesquisas do Sharp concluíram que a zona de impacto mais freqüente são as laterais do capacetes, que recebem 53% dos golpes. A parte frontal leva 24% dos impactos, a traseira 21% e a superior 2%. Quanto ao tipo de impacto, 60% são de trajetória oblíqua, 38% linear e 2% contra arestas. 

Velocidade de impacto: as provas foram feitas com velocidades entre 27 e 30 km/h, as mesmas utilizadas pelas autoridades européias. Além de um teste a 22 km/h, para analisar o comportamento dos capacetes a impactos de baixas velocidades. O Sharp recomenda que as próximas homologações aconteçam com provas a 34 km/h, para que os capacetes fiquem mais seguros no futuro. 

Segue a lista dos capacetes que atingiram cinco estrelas, a apresentação está em ordem alfabética. Desse modo, todos estão no mesmo nível: 

- AGV S.4 – 1 350 g - XXS-XXL 
- Arai GP5x – 1 300 g - XS-XXL 
- Bell M1 – 1 350 g - XS-XXL 
- HJC HQ-1 – 1 364 g - XS-XL 
- Lazer LZ6 – 1 350 g - XS-XL 
- Shark RSR2 – 1 290 g - XS-XL 

Confira a lista completa dos 65 capacetes testados no site: 
http://sharp.direct.gov.uk/ 

Fonte: Blog DuasRodas

Currais Novos 2008 - Fotos e Flagras




Fotos gentilmente cedidas pelos amigos Valmir Pincher, Fidel "Papai Smurf" e Alan Kadeirudo.