quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nosso presidente Ciro em Toritama-pe dia 02/07/2010 III Tigres Motofest

Ciro Sabino destemido motociclista irá comparecer ao evento na cidade de Toritama-PE, que fica a cerca de 570 km de nossa cidade. Quem quiser acompanhar o presidente favor entrar em contato com o mesmo.

Desde ja desejamos uma boa viagem ao amigo e informamos que o mesmo sairá logo após o jogo do Brasil na sexta feira.

Que Deus o proteja!!!

Marcellus Luiz

Trilhados M.C

Vice presidente

Inauguração da S1 Motos dia 11/07/2010

Conforme contato mantido com o empresário Jean Santiago, o mesmo comunicou que dia 11/07/2010 ás 08:00 hs da manhã, estará inaugurando em Barauna a loja S1 motos de propriedade do grupo Santiago.

Então o convite foi feito e esperamos com agraça de Deus, comparecer e prestigiar o empreendimento de nosso amigo.

Desde ja desejamos sucesso e prosperidade com o seu negócio!!!

SAIDA: 07 HORAS DO POSTO OLINDA III

Marcellus Luiz

Trilhados M.C

Vice presidente

sábado, 26 de junho de 2010

5º Santa Cruz motofest dias 06,07 e 08/08/2010


 

Serviço:

Evento:  5º Santa Cruz Moto Fest

Datas: 06, 07 e 08 de Agosto de 2010 

Local: Vila de Todos

Cidade: Santa Cruz 

Estado: RN

email :  robertofpaz@hotmail.com

Site: www.amigosdoasfalto.com.br  

Organizador: Moto Clube Amigos do Asfalto

Contatos: Baiano, Doutor, Wallace, Roberto

Contato Fone: (84)9967-8308 / 9989-3115 / 9926-6949 / 9605-2121


Programação


Relação de hotéis e Pousadas

Não informada


Cartaz :


Transcrito da revista Motoclubes

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Reunião Administrativa dia 29/06/2010

Comunicamos aos membros efetivos que na próxima terça-feira as 20:30 hs na residência dos pais de Arnilton, haverá uma reunião administrativa para debatermos, problemas e soluções relacionados ao Trilhados M.C.

Portanto preparem suas idéias e criticas construtivas e vamos lá.

 

Saudações motociclisticas

Marcellus Luiz

vice presidente

Trilhados M.C

Nasceu Ana Catarina..parabens aos papais Arnilton e Mirela

 
Comunicamos a todos que nasceu Ana Catarina, filha do Trilhado Arnilton  Medeiros e Mirela. Ela veio ao mundo na Terça feira dia 22/06/2010 e desejamos a ela saúde e felicidades com a benção do nosso senhor Jesus!!
 
Parabens seja bem vinda!!!
 
Marcellus Luiz
Trilhados M>C
vice presidente

Nasceu Ana Catarina..parabens aos papais Arnilton e

sábado, 19 de junho de 2010

O Retorno do Presidente Às Trilhas de Asfalto

O nosso Presidente voltou hoje às estradas, foi prestigiar o Encontrão de Motociclistas em Tangará, distante 247 km de nossa cidade.



Boa viagem!!!!!

Arnilton Medeiros.

domingo, 13 de junho de 2010

Carta de resposta de Alan Cesar

Despedida de uma “laranja azeda”

Retoricamente como sabemos, a sociedade foi separada por suas diferenças, a infelicidade é sabermos que até hoje a lamentável realidade nos persegue, sabendo que alguns “grupinhos” que nasceram em bercinhos de ouro vivem suas vidinhas hipócritas sem sentir a necessidade de que viver em comunidade é não somente buscar por seus anelos e anseios egoístas, sem ver ou sentir o outro indivíduo, que às vezes está tão próximo. A pena é que essas ditas pessoas se acham tão honrosas e onerosas, pensando estas que seus “grupinhos” são uma esfera de amor, família, honra e fraternidade, mas infelizmente não é isso que podemos notar.

Em primeiro lugar, para ser considerada uma família um grupo de pessoas deve estar disposto a assumir ou renunciar as funções que conferem a uma família, permitindo a socialização dos seus membros como resposta às necessidades da sociedade pertencente, devendo então, responder às mudanças externas e internas de modo a atender às novas circunstâncias proporcionando sempre um esquema de referência para os seus membros. Tendo como função principal o apoio e a aceitação pessoal de cada membro que a integra.

Essas pessoas são simplesmente escória, que não sabem o que realmente querem, sentem um vazio abominável que os consomem e ficam felizes em notar a vida alheia, querendo chegar sempre a um patamar cada vez mais alto, crendo que essa lacuna seja tapada ou quando muito aliviados, mas isso não os diverte tanto quanto ver os pobres “neguinhos”, como gostam de se referir grosseiramente com racismo e preconceito àqueles das esferas que eles imputaram ou subjugaram a ser os pobres miseráveis, os quais não têm direito de chegar perto de seus “deuses”, pois quando o fazem causam repugnância e asco naqueles que se acham puros e incorruptíveis, melhores que os de baixo poder aquisitivo. Quando um desses indivíduos tenta entrar em um patamar mais alto é quisto como algo em total desacordo com as coisas naturais e quando ao mesmo é provado de que não pode estar entre esses seres tão puritanos, o mesmo é enxotado como o “neguinho” ou a “laranja azeda” que eles têm que se livrar para não afetar o doce veneno que os embebedam e os viciam.

Deixando de lado esse texto inicial e indo direto ao assunto, venho informar a quem me considera como amigo nesse moto clube e também em outros que graças a Deus sei que conquistei e vou continuar a cultivar, que no dia de hoje fico impossibilitado de estar entre alguns que tem o desprezo por pessoas como eu (pobre), pois em reunião foi dito por minha pessoa que estava sem a mínima condição de viajar tanto pela questão financeira quanto pela falta de tempo, uma vez que estou estudando muito e também trabalhando, não podendo assim simplesmente viajar por aí como fazem aqueles que realmente têm como fazê-lo, ou seja, têm dinheiro! Eu por outro lado, tenho uma casa para sustentar, uma família a gerir, não ganho dinheiro para luxar e sim para sustento.

Quanta idiotice há no fato de certas pessoas só se importarem com a “homogeneidade” de um determinado grupo, sem ao menos levar em consideração a vida pessoal de cada membro deste grupo e as dificuldades enfrentadas por ele, importando-se apenas com sua assiduidade, isso sim é um motivo para sentir vergonha, sim, vergonha! Além de vergonha, pena, pois é, pena de pessoas que chegam a tal nível de hipocrisia, desrespeito a pessoa humana e discriminação.

Então, me desculpem se fiz mal em querer ter todos como amigos e não o consegui, infelizmente, os que eu mais admirava foram os que mais me decepcionaram, fico extremamente triste em agora, e somente agora ver e sentir na pele o que é ser rejeitado. É assustador ver as proporções que a hipocrisia vem alcançando sem que as pessoas se dêem conta, sendo mascarada em nosso cotidiano por atitudes como esta.

É gente, a vida continua e eu graças a Deus vou relevar, superar como sempre o fiz e se Deus permitir o farei, aos meus amigos que ficam, que Deus os ajudem a suportar a arrogância, ignorância, hipocrisia e brutalidade “daquele” ou daqueles que querem ser como o meu texto inicial pautou.

Deus abençoe a todos nós!

E para os meus AMIGOS meu cordial adeus

ADEUS!

"A fraternidade é uma das mais belas invenções da hipocrisia social.”
(Gustave Flaubert)

"Os hipócritas são como as tâmaras: o doce está fora, o mel nas palavras e o duro lá dentro, na alma." (Mateo Alemán)

"Às vezes procura-se parecer melhor do que se é. Outras vezes, procura-se parecer pior. Hipocrisia por hipocrisia, prefiro a segunda." (Jacinto Benavente)

"O falso amigo e a sombra só nos acompanham quando o sol brilha.”
(Benjamin Franklin)

"Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade nada fazem." (Demócrito)

12/06/2010

Alan César dos Santos Dantas

Ex-Trilhado

 

 

CARMEN VAI EMBORA..FINAL DE UM CICLO

Carmen vai embora, é o final de
um ciclo extraordinário!


Algumas motos marcam nossa vida de uma forma inesperada, alterando nosso destino para melhor sem que percebêssemos, alterando tudo suavemente como tem que ser...


 
   
 


Todos os motociclistas guardam lembranças das motos que tiveram. São quase como ex-namoradas: algumas nos causaram dor, outras tomaram nosso dinheiro, algumas fugiram com bandidos, mas há aquelas que abriram os caminhos da liberdade, as que foram companheiras de várias aventuras. Quero falar de caso muito específico que aconteceu comigo e minha “Carmen” (como chamo minha Harley “Carmen Electra” Glide Classic 2006), que sem eu perceber foi mudando minha vida e meu destino para melhor, muito melhor.

Eu tive várias motos, com algumas eu caí e me machuquei, com outras eu vivi aventuras incríveis. Tive uma que, sem a sua ajuda, eu não teria terminado minha pós graduação. De carro não conseguia chegar a tempo na universidade por causa do transito caótico do Rio de Janeiro e ela me salvou. Quando passei alguns anos sem moto alguma, foram como se não tivessem existido, não guardo grandes lembranças desse período, nem grandes façanhas, nada marcante. Mas em dezembro de 2005 o espírito aventureiro voltou a me cutucar e acabei comprando uma Drag Star com o objetivo de viajar com a esposa, levando bagagens e tudo mais, tudo narrado aqui no Motonline na coluna Aventuras e desventuras com uma Drag Star

Só que deu tudo errado, pois a moto não apresentava o desempenho esperado mesmo após ter gasto um bom dinheiro em acessórios e as viagens eram muito desconfortáveis. Percebi que não era a moto adequada para o que eu queria, tinha que trocá-la por outra logo e em meados de 2006 conheci a “Carmen”, linda, sofisticada e ao mesmo tempo clássica, falando português com sotaque americano, e muito cara. Era o que eu queria, mas a imagem de que “era muita areia para meu caminhãozinho” não me saía da cabeça. Um dia, numa festa (encontro de motos de Penedo) tomei coragem e a levei pra casa, com devido o apoio da esposa, claro!


“Carmen” gosta de acessórios, adora ser modificada, e devorou meu dinheiro com essas bijuterias na mesma velocidade que ultrapassava uma fila de caminhões na estrada. Ahh, sim, as viagens se tornaram extremamente prazerosas, conforto total, potência de sobra, minha esposa adorava se aconchegar no lugar da garupa. Eu me diverti demais com ela, não só nas estradas mas também na garagem escura do prédio em que morávamos. Entre aquelas paredes sujas e com poucas testemunhas fui cuidando dela, mudando peças, ajustando sua injeção com o SERT para melhor se adaptar ao kit “Big Bore Stage 2” que instalei logo nas primeiras semanas para funcionar melhor com o nosso combustível misturado com álcool. Tudo isso foi narrado aqui, no Motonline, em uma série de colunas como Injeção é moleza! , Modificando o motor TC88 para TC95 , Ajustando a EFI da Harley Davidson com o SERT , Dicas de acessórios Harley Davidson , Corrigindo o rebolado e aumentando o prazer! entre outras tantas que escrevi ao longo desse período. Carmen também influenciou nossas férias, fomos ao Daytona Bike Week, a vários eventos HOG no Brasil e no exterior, e ela foi a catalisadora de várias amizades que duram até hoje. Na minha vida profissional, quem diria, “Carmen” também fez das suas, como descrevi na coluna Batendo papo sobre carros e motos contando sobre a palestra (nenhuma relação coma moto) que dei em SP para mais de 500 pessoas onde entrei com a moto no palco do centro de convenções do WTC fazendo a maior algazarra. Tive dezenas de pedidos de palestras depois dessa “estripulia” que literalmente “pagou todas as contas da Carmen”.


Incrível como “Carmen” afetou minha vida. Poucos sabem que ela foi uma das responsáveis por eu ter ficado sem carro por quase um ano (na prática não usava mais o carro) e depois por ter me mudado do Rio de Janeiro, contei isso na coluna Mudando para a Dutra aqui no Motonline, e ainda menos pessoas sabem como essa mudança foi excelente para nós, eu e minha esposa. Morando perto da Dutra viajamos muito mais, fizemos novos amigos, e curtimos demais a “Carmen”. Em uma cidade pequena como Resende, sair com a moto é uma atração a parte. Todos olham, a maioria me conhece como “o cara da Harley”, e a turma da AMAN (Academia Militar de Agulhas Negras) fica encantada quando passo pelos seus portões, e sempre cumprimentam.


Sucupira, colunista do Motonline que também se mudou para cá, se tornou um companheiro de viagem e num dia desses me perguntou “qual a quilometragem da Carmen?” e eu prontamente disse “deve estar perto da hora da revisão dos 16 mil, eu tenho andado pouco com ela ultimamente” e fui conferir no painel, pois eu só usava o mostrador parcial. Foi quando tomei um susto! A moto só tinha 10 mil km!
Como assim? Já fiz tanta coisa com ela nesses últimos 4 anos, faz quase 3 anos que moro em Resende e lembro de ter feito a revisão dos 8 mil enquanto ainda morava no Rio, ainda no primeiro ano. Como só rodei 2 mil km desde que mudei pra cá? Mesmo andando pouco eu esperava no mínimo outros 8 mil km!


O dia que Sucupira me acordou quanto à quilometragem da “Carmen”

Infelizmente essa é a pura verdade. Desde que mudamos pra cá, nossos passeios são do tipo “Bate e volta”, raramente viajamos com bagagem. E como a cidade fica em um ponto estratégico, entre Rio e São Paulo, coladinho com Minas, todos os passeios são curtos. Cláudia também, sem fazer alarde, deixou de ser minha garupeira freqüente já que agora ela tem sua própria moto, aliás duas, uma Yamaha Neo (scooter) pra andar na cidade e uma Honda Tornado para seus passeios nas estradas de terra da região. E eu, sem garupa, costumo sair mais com a XT600 que mantenho para fazer passeios por estradas ruins de baixa velocidade. Não tinha me dado conta da minha traição à Carmen. Nunca uma moto foi tão importante na minha vida como ela, e nesses últimos anos deixei-a praticamente parada, debaixo da sua capa, quando muito fazendo passeios curtos pelas cidades da Dutra ou Fernão Dias.

Fiquei tão surpreso que fui verificar a quilometragem dos outros veículos. Nos quase 3 anos aqui em Resende, eu e Cláudia rodamos um total de 20 mil km apenas, só que divididos em cinco veículos diferentes! Carmen rodou 2 mil km, minha XT rodou outro tanto e o Jeep que compramos aqui rodou praticamente a mesma coisa. A scooter Neo (que foi comprada aqui, portanto tem menos tempo conosco) proporcionalmente rodou muito mais: 2500 km dentro da cidade. O carro que uso para o trabalho (viagens) foi o que rodou mais, com 12 mil km em quase 3 anos, o que é ridiculamente baixo pela média nacional. A verdade é que em uma cidade pequena anda-se pouco mesmo. E como estou ao lado da Dutra, basta andar 30 minutos em qualquer direção para literalmente sair do estado e mudar completamente de paisagem. Todos os passeios são curtos, sempre muito curtos.


Nesse sábado fui passear em Minas com a Carmen, já pensando no destino dela. O passeio foi ótimo e curto, como sempre. Coisa de 200 km ida e volta só. Quando cheguei em casa fiquei alguns momentos com ela na garagem alisando seus cromados e pensando “Você já me serviu de todas as formas que uma moto poderia me servir, e sou grato por isso, mas está na hora de você servir a outro que esteja precisando de você mais do que eu”. Quando a comprei pensava em mantê-la por 10 anos no mínimo, mas sem uso como está, é melhor vender...


“Carmen” não foi feita para ficar parada)

Uma tristeza me abateu por um segundo, mas imediatamente me veio à cabeça uma conversa que tive com um grande amigo, uma das poucas pessoas brilhantes que conheci, e que merece uma rápida introdução. Esse japonês (sim, ele é japonês) é um pouco mais novo de idade que meu pai, e sempre usou e abusou da filosofia oriental no seu dia a dia, algo que sempre me cativou. Há alguns anos ele passou por alguns problemas de saúde sérios, teve uma falência renal prematura (precisou de transplante) e um ataque cardíaco que foi resolvido com algumas pontes de safena. O fato é que durante a fase do problema renal ele passava horas e horas na hemodiálise diariamente vendo sua vida definhar, sem esperanças, e com isso abraçou ainda mais o estudo da filosofia como uma forma de entender aquilo tudo que estava acontecendo.

Um dia desses, em nossas longas conversas depois de superado todas essas dificuldades, ele me disse que ”só precisamos ter aquilo que precisamos ter”, e que “tudo que acontece com você é o melhor que pode acontecer com você” citando a si próprio como exemplo. A idéia de “ser leve” se desfazendo de tudo que é desnecessário (só ter o que “precisamos ter”) é um conceito filosófico que eu entendo muito bem, mas como que uma pessoa com falência renal e várias pontes de safena poderia acreditar que o que aconteceu com ele era o melhor que poderia ter acontecido? Não vou entrar em detalhes preservando a privacidade desse meu amigo, mas entre outras coisas sua esposa doou em vida o rim que ele tanto precisava, um ato que amor tão profundo que muitos são incapazes de conceber. A retomada do estudo da filosofia abriu novos horizontes pra ele, que se tornou um grande orientador para seus filhos, hoje todos muito bem de vida. Seus amigos são ainda mais próximos do que antes, pois viram nele e na solidez de sua família um grande exemplo a ser seguido. Nossas conversas, por exemplo, duram várias horas, lembro de um dia que fomos tomar um café, e ficamos 7 horas de papo, ou melhor, eu bebendo da sua sabedoria.


Olhando para “Carmen” na garagem e lembrando desse meu amigo, fui entendendo tudo que aconteceu desde o momento que a vi pela primeira vez, e de todas as mudanças que uma simples decisão “você vai ser minha” causou na minha vida. Eu entendo perfeitamente a paixão que algumas pessoas têm pela Harley, e toda a mística a sua volta. Eu vivi tudo isso, lembro como se fosse hoje quando fui recebido dentro da área VIP da Harley no autódromo de Daytona, nos EUA, só porque apresentei a carteirinha do HOG, com direito a estacionamento pro carro alugado, pulseira para entrar em todos os lugares do evento e teste drive de todas as motos disponíveis por lá. Ou quanto encontrei um mega-empresário na estrada aqui no Brasil, também com uma Harley, e ficamos horas conversando assuntos interessantíssimos. Ou quando todos os soldados que faziam um treinamento aqui na região abriram passagem pra eu atravessar a rua antes bloqueada, tirando fotos e chamando uns aos outros pra vê-la passar. Chamo isso de “Efeito Carmen”, e digo: é uma delícia!

E pensar que enquanto namorava a “Carmen” minha preocupação era só com o dinheiro que iria gastar, como eu iria pagar, quanto era o seguro (por sinal, muito barato), se não era cara demais pro meu bolso, e se eu “merecia” ter uma Harley ou não. Preocupações tolas que minha esposa me forçou a esquecer. Tomei coragem e fui em frente, quando tirei a moto da loja deixei as preocupações de lado e pensei no meu amigo japonês: “tudo que acontece com você é o melhor que pode acontecer com você”.

E assim foi...

Revista motonline

KAWASAKI ER6-N

*Kawasaki ER6-n: diversão e versatilidade

A chegada oficial da Kawasaki no Brasil com a inauguração da fábrica em Manaus mostra a seriedade de sua empreitada num mercado que já desponta dentre os maiores do globo. A primeira moto a ser nacionalizada foi a Ninja 250R seguida da Z750 e agora a ER6-n, que permitiu oferecer ao publico produtos de primeira aliado a preços competitivos. Ganha o consumidor que conta cada vez com mais opções.

Texto e Fotos: Claudinei Cordiolli

 

 
 
 
Design moderno atrai olhares por onde passa.
 
 
Apresentada no Salão das Duas Rodas de 2009 já na versão 2010, o modelo ER6-n foi lançado na Europa em 2005. Desde então, sofreu alterações, mas não perdeu a identidade: quadro exposto, escapamento com saída embaixo da moto, amortecedor traseiro montado na horizontal e motor de dois cilindros paralelos alimentados por injeção eletrônica. Estas são as características que forma sua marca registrada.

Os piscas integrados dão volume a ER6
Diferente das concorrentes tem o velocimetro analógico e conta giros digital
É uma máquina para pilotos iniciantes ou experientes nas motocicletas médias. Uma motocicleta com muita personalidade e design contemporâneo, muito agradável aos olhos. Sua ergonomia casou muito bem com seu motor de dois cilindros compacto e o chassi elegante que é ágil e divertido de andar. A traseira é estreita com grandes alças para a garupa, as pedaleiras estão posicionadas em uma altura confortável e a lanterna de led é potente e facilmente vista durante o dia e a noite.

O painel de instrumentos a primeira vista é estranho, pois tem o velocímetro analógico e conta giros digital, mas na prática o fundo branco do velocímetro tem a iluminação homogênea e de fácil leitura, tanto de dia quanto a noite. O conta-giros de barras digital com iluminação laranja também é fácil para visualizar. Merece destaque a existência de dois hodômetros parciais, relógio e marcador de combustível, este último com uma precisão acima da média.

O motor embora derivado da ER5 é totalmente novo. O cambio foi modificado e resultou em um motor mais compacto e com maior capacidade cúbica. Por ter “apenas” dois cilindros, foi possível fazer uma moto bem estreita e compacta. O sistema de escape é posicionado sob a moto e sai na frente da roda traseira. Esse posicionamento ajuda na centralização das massas, o que baixa o centro de gravidade e ajuda na agilidade e equilíbrio do conjunto.

Motor derivado da ER5 é completamente
O garupa conta com boas alças de apoio
Estreita enfrenta facilmente os corredores nos grandes centros
Escapamento com saída embaixo da moto baixa o centro de gravidade














O amortecedor traseiro é fixado sem links de forma simples e direta. Por conta disso seu funcionamento se mostrou pouco progressivo no início do curso, mas em longo prazo mostrará a vantagem de ter uma manutenção simples exatamente pelo fato de não ter buchas ou rolamentos na sua fixação. Seu posicionamento bem a vista na lateral também facilita o ajuste de pré-carga da mola com a ferramenta especial que faz parte do kit que acompanha a motocicleta.

O motor de 649cc de dois cilindros em linha conta com 4 válvulas por cilindro acionado por duplo comando no cabeçote (DOHC). A injeção eletrônica com 38 milímetros proporciona uma resposta suave ao acionamento do acelerador. Para minimizar a vibração, o motor é montado sobre coxins de borracha e o guidão é montado também sobre coxins e com pesos nas extremidades. As pedaleiras também possuem acabamento de borracha, o que elimina a vibração.

O cambio de 6 velocidades tem engates precisos, porém com o acionamento um pouco duro. A sexta marcha é longa e possibilita trafegar em rotação mais baixa na velocidade de cruzeiro (em torno de 120 km/h) com baixo nível de ruído e aumentando a economia de combustível. O conjunto de freios é composto por duplo disco 300mm do tipo “margarida” acionado por pinças com dois pistões na dianteira e disco simples de 220mm também do tipo “margarida” e pinça de um pistão na traseira.













Na cidade

Uma boa opção para uso diário
O amortecedor exposto tem fácil ajuste.
Usar a ER6-n no transito urbano se mostrou uma tarefa simples e agradável. Graças à largura reduzida do motor/tanque e guidão estreito, a ER6-n enfrenta com tranquilidade e maestria os corredores dos grandes centros, andando de igual para igual com as motos utilitárias. Seu ângulo de esterço também favorece as manobras nos corredores mais apertados, mas deve-se ter cuidado para não bater os piscas dianteiros nos para-choques dos carros. O escapamento com a ponteira embaixo da moto também favorece as manobras no transito.

O freio dianteiro mostrou um acionamento um pouco duro e exige força para frear com vontade. Já o freio traseiro apresentou o acionamento um pouco borrachudo, mas com boa potência. A suspensão dianteira não possibilita nenhum ajuste, mas se mostrou bem calibrada para uso na cidade com boa capacidade de absorção das irregularidades sem transmitir incômodos ao piloto.

A suspensão traseira necessitou ajuste na pré carga (eu tenho 98kg) da posição 3 (para piloto de 85kg conforme o manual) para a posição 5 (mais carga, mais rigidez). Esse ajuste é simples e não necessita desmontar nada. Basta para isso usar a ferramenta especial que faz parte do kit de ferramentas. Após o ajuste o comportamento melhorou nas irregularidades, mas ainda é inferior a uma suspensão ligada por links que tem o início da ação mais progressivo.

Na cidade o motor se mostrou econômico para sua cilindrada, fazendo uma média de 18,5 km por litro. Seu bom torque aparece em baixa rotação e não é necessário trocar de marcha a toda a hora. O motor responde satisfatoriamente ao comando do acelerador e ganha velocidade rapidamente e sem tropeços, o que indica um ajuste do sistema de alimentação por injeção eletrônica bem mapeada para nossa gasolina.

Na estrada

Na estrada a baixa autonomia do tanque de 15 litros obriga a fazer mais paradas para abastecimento.



O banco é confortável para piloto e garupa
Na estrada a mesma boa impressão do teste urbano se manteve. Sua posição de pilotagem é confortável, com o guidão alto e não avançado e as pedaleiras na linha do tronco, proporcionam uma posição natural de pilotagem. Porém, esta posição cobra seu preço por raspar no asfalto com facilidade se a opção for uma condução mais esportiva.

Confortável e ergonômico o banco tem dois níveis. O material da capa não deixa o corpo escorregar e seca rapidamente após a chuva. A garupa não foi esquecida e fica bem acomodada com a ajuda das alças de apoio para se segurar. O posicionamento alto do painel e o fundo branco do velocímetro permitem leitura imediata e fácil visualização de todas as informações.

O motor de dois cilindros com torque de 6,7 kgf.m e potência de 72,1 cv mantém facilmente uma velocidade de cruzeiro de 120km/h. Há potência de sobra para, se necessário, alcançar velocidades maiores mas sua concepção naked torna a condução a velocidades maiores incômoda, por conta do vento que exige esforço dobrado da musculatura do pescoço e dos braços. Nesta situação o consumo manteve a média de 20 km/l com autonomia teórica próximo dos 300km um pouco baixo para grandes viagens.

Nas estradas sinuosas a ER6-n permite diversão, pois ela coloca toda sua agilidade para mudanças rápidas de trajetória à disposição. O bom torque do motor proporciona poucas trocas de marcha e exige pouca aceleração para ganhar velocidade nas saídas de curva. Os pneus Dunlop SportMax Roadsmart 120/70ZR17M/C na dianteira e 160/60ZR17M/C na traseira se mostram bem adaptados ao modelo. Essa linha de pneus da Dunlop tem duplo composto (são duros no centro e médios nas laterais) e são voltados mais a durabilidade e pilotagem na chuva do que a desempenho. Com um pneu mais macio sem dúvida a ER6-n ficaria ainda mais divertida.

Conclusão

Por R$ 25,5 mil é uma ótima opção.
Uma excelente opção para quem pensa em entrar no mundo das 600cc. Mas os mais experientes também podem se divertir com ela. Polivalente, atende a quem faz uso urbano diário ou rodoviário. Encontre uma estrada sinuosa e divirta-se. Sua relação custo-benefício é das melhores dentro do segmento. O valor sugerido de R$ 25.500,00 aliado ao seguro mais barato que uma quatro cilindros faz dela uma das motos mais atraentes do mercado.





















Ficha Técnica

Motor

4 tempos, 2 cilindros paralelos, refrigeração líquida

Cilindrada

649 cc

Diâmetro x curso

83,0 x 60,0 mm

Taxa de compressão

11,3:1

Sistema de válvulas

DOHC, 8 válvulas

Potência máxima

53 kW (72,1 CV) / 8.500 rpm

Torque máximo

66 Nžm (6,7 kgf.m) / 7.000 rpm

Sistema de combustível

Injeção eletrônica

Sistema de ignição

Bateria e bobina (ignição transistorizada)

Sistema de partida

Partida elétrica

Sistema de lubrificação

Lubrificação forçada (cárter úmido)

Transmissão

6 velocidades

Sistema de acionamento

Corrente de transmissão

Relação de redução primária

2,095 (88/42)

Relação da 1ª marcha

2,438 (39/16)

Relação da 2ª marcha

1,714 (36/21)

Relação da 3ª marcha

1,333 (32/24)

Relação da 4ª marcha

1,111 (30/27)

Relação da 5ª marcha

0,966 (28/29)

Relação da 6ª marcha

0,852 (23/27)

Relação de redução final

3,067 (46/15)

Sistema de embreagem

Multidisco, em banho de óleo

Tipo de quadro

Diamond em aço de alta elasticidade

Inclinação / Trail

24,5° / 102 mm

Suspensão dianteira

Garfo telescópico de 41 mm

Suspensão traseira

Monoamortecedor com pré-carga da mola ajustável

Curso da suspensão dianteira

120 mm

Curso da suspensão traseira

125 mm

Pneu dianteiro

120/70ZR17M/C (58W)

Pneu traseiro

160/60ZR17M/C (69W)

Freio dianteiro

Disco duplo de 300 mm em forma de pétala, pinça com pistão duplo

Freio traseiro

Disco simples de 220 mm em forma de pétala, pinça com pistão simples

Ângulo de direção (esq. / dir.)

35° / 35°

Dimensões C x L x A

2.100 mm x 760 mm x 1.100 mm

Distância entre eixos

1.405 mm

Distância do solo

140 mm

Altura do assento

785 mm

Capacidade do tanque

15,5 litros

Peso em ordem de marcha

200 kg



*Nota da Redação - A motocicleta apresentada nesta avaliação é de propriedade do fotógrafo e colaborador de Motonline, Claudinei Cordiolli, que, por sua própria iniciativa e sugestão, decidiu escrever esta avaliação ora publicada. Infelizmente Motonline não testou a Kawasaki ER6-n porque a fábrica não dispõe de unidades devidamente licenciadas para circulação normal em ruas e estradas. Motonline entende que a validade de um teste de motocicleta em parque fechado, como seria a condição de teste da motocicleta da fábrica, é limitada e não reflete a realidade do uso normal dos consumidores.


   

sábado, 12 de junho de 2010

Horário de saída para o 2º encontro de motociclistas de Caicó-Rn 12/06/10

Comunicamos aos interessados em participar do encontro de Caicó, que a saída será do POSTO IMPERIAL (BR MANIA) de frente a AABB no dia 12/06/2010 ás 5:00 hs da manhã .

O Trilhados M.C mais uma vez vez marcará presença nesse grandioso evento.

Portanto preparem as maquinas com antecedência e vamos sair com destino a Caicó na mais absoluta paz e harmonia. Que Deus nos proteja em mais esta aventura.

 

Saudações Motociclisticas

Marcellus Luiz

Trilhados MC

Vice presidente

Attachment: CaicoCartaz.jpg

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VI SERRAÇÃO MOTOFEST 2010-06-11 #2




VI SERRAÇÃO MOTOFEST DESPEDIDA DE FIDEL E NOIVER DO ASA PARTE 1 Serra de Martins

quinta-feira, 10 de junho de 2010

São João dos Motoclubes dia 19/06/2010 no Carcarás do Asfalto

Pedimos a confirmação dos que estarão presentes no S. João dos motoclubes dia 19/06/10, e que cada componente deverá levar 03 itens para o balaio junino que será sorteado na note do evento.

Informamos que os bilhetes para concorrer ao sorteio do balaio encontra-se a disposição dos membros ao preço simbolico de R$ 2,00 a unidade. Entrar em contato com o vice presidente Cumpadi Marcellus Kaial.

Haverá banda de forro, quadrilha junina, pescaria, sorteio de balaio, eleição da rainha do milho,etc... e a entrada será franca para os motoclubes.

Cada componente deverá levar um prato tipico na noite da festa. É isso galera vamos passar uma noite agradavel com irmãos motociclistas e nos divertir.

Anarriêeee..alavantuuuuu...sohhh

Saudações motociclisticas

Marcellus Luiz

Trilhados M .C

Vic presidente

 

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Um lembrete para quem quer permanecer e pretende entrar no Trilhados M.C

                    Laranja Azeda

 

09/06/10
O Trilhados Moto Clube é o topo. Somos bem diferentes de todos os outros Moto Clubes e Moto Grupos. Somos únicos e originais. Não imitamos ninguém, e ninguém consegue nem conseguirá nos imitar. Tenho plena certeza de que existem muitos outros Moto Clubes bons mundo afora, alguns, inclusive, tão bons quanto o Trilhados, mas nenhum melhor que nós. Nenhum!

É bom que todos saibam, principalmente os que estão dentro, de que mais difícil que entrar nessa bonita e unida família é nela permanecer. Se, desde nosso início, não tivéssemos optado pela qualidade perante a quantidade, hoje, com toda certeza, teríamos cerca de cinqüenta ou sessenta motoclubistas de merda usando o nosso Brasão, e isso, como bem se sabe, não seria nada bom.

Nem todo mundo que possui ou pilota uma moto nasceu para ser motociclista – Isso está no sangue. Nem todo motociclista nasceu para ser estradeiro – Isso esta na vontade de desbravar e na sede de liberdade. Nem todo motociclista, estradeiros ou não, nasceu para ser motoclubista – Isso está no comportamento, no estilo de vida. Nem todo motoclubista se enquadra no Trilhados Moto Clube – É preciso se esforçar e ter compromisso! E de que adianta fazer parte de um grupo de pessoas e nunca estar presente? De que vale fazer parte de um Moto Clube e nunca estar entre os outros Membros? De que vale usar aquele belo Brasão estampado nas costas em um estiloso colete de couro e nem saber como andam os seus irmãos de Brasão, quando também eles não sabem sequer como vai você?! Quanta idiotice há nisso tudo... Coisas como essas me enchem de vergonha... Vergonha alheia, diga-se de passagem!

Hoje em dia o que mais defendo dentro do Trilhados Moto Clube é a idéia da homogeneidade, e assumo que foi muito difícil chegar até ela. Para atingirmos esse patamar tivemos que cortar na carne, excluindo de nosso quadro, inclusive, Membros Fundadores.

Penso, desde sempre, que todos aqueles que fazem parte desse seletíssimo grupo têm que estar “girando” no mesmo ritmo com relação ao esforço de se fazer presente, seja como ou quando for, para confraternizar-se com os demais Membros e parceiros. Sempre que esse esforço enfraquece em algum Membro fico com medo e, de certa forma, triste por saber que existe algo bem errado pairando sobre nossos ideais, algo ameaçando o nosso jeito peculiar de ser motoclubistas.

Um de meus maiores medos quando me refiro ao Moto Clube é que surjam, dentro de nosso quadro, fontes de mau exemplo. Certa vez ouvi de um professor algo que jamais esqueci: Se, dentro de um suco de 100 laranjas, houver apenas uma azeda, todo o suco ficará com o gosto ruim. Aplico esse princípio dentro do nosso grupo, e por isso me assusto quando percebo alguém com pensamentos e comportamentos diferentes dos meus irmãos de Brasão.

A nossa marca registrada é a forte e inegável amizade não só na estrada, mas também fora dela. Uma amizade que tece um fortíssimo laço que nos une a ponto de rasgar as nossas roupas de couro e cordura, atirar longe os nossos capacetes e chegar até os cômodos mais íntimos dos nossos lares, adentrando em nossas famílias. Não somos motoclubistas quaisquer. Somos Trilhados! Isso tem um peso que poucos conhecem, e que aqueles que conhecem devem respeitar e ter força suficiente para carregar.

Jamais aceitarei que “neginho” qualquer metido a besta venha querer, dentro do nosso Grupo, ser diferente do que somos. Se isso vier a acontecer, como já aconteceu em outrora, eu farei de tudo e o quanto antes para carimbar passaporte desse rapazinho para uma viagem só de ida até fora de nossas cercanias, seja ele quem for.

No Trilhados M. C. a amizade, o respeito, o companheirismo e a presença são infinitas vezes mais importantes do que a marca da moto, a qualidade dos acessórios ou o tamanho do motor. O que queremos não é gente com moto grande, mas gente com um “coração potente”, tão potente que acelere forte até conseguir acomodar cada um dos que fazem parte dessa bela família.

Texto de Eder Negreiros Barbosa
Membro efetivo do Trilhados M.C
 
 
 
Marcellus Luiz
Vice presidente
Trilhados M.C

terça-feira, 8 de junho de 2010

Reunião social quarta dia 09/06/2010

Comunicamos aos componentes do Trilhados M.C e a quem possa interessar, que haverá reunião social amanhã ás 20:00 hs na sede do carcarás do asfalto.

Pedimos tambem que procurem quitar a mensalidade referente ao mês de Junho, com o nosso tesoureiro.

Contamos com a presença de todos

Saudações motociclisticas

Ciro Sabino

Trilhados M.C

Presidente

 

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Horário e local de saída para o 6º serração motofest

Comunicamos aos menbros e parceiros que a saida para Martins será do posto OLINDA III, localizado próximo a estação rodoviária ás 5:30 hs do dia 05/06/2010.

Portanto preparem a bagagem e as máquinas e com a proteção de Deus, viajarmos atér o 6º serração motofest na mais absoluta paz.

Saudações motociclisticas

Marcellus Luiz

Trilhados mc

vice presidente

 

quarta-feira, 2 de junho de 2010

DESPEDIDA DE UM GRANDE AMIGO E MOTOCICLISTA

O evento de Martins será de despedida de Fidel, uma pessoa que deixará muitas saudades por estas bandas, um companheiro para todas as horas. Muito carrancudo, mas de um coração grande e bondoso.

Temos certeza que na sua Rio das Ostras representará muito bem o nosso brasão, e fará muitas viagens por aquelas regiões, já ouvi ele planejando algumas.

Fidel desejamos toda a felicidade do mundo pra você e sua familia e que Deus nos conceda o dia de realizarmos um grande encontro das Facções Rio, SãoPaulo e Trilhados Mossoró.

Até breve grande companheiro e irmãozão

Marcellus Luiz

Trilhados MC

Vice presidente